Segundo a direção da unidade, há algum tempo os agentes suspeitavam
que a mulher entrava na unidade com chips, mas, apesar das revistas
íntimas, nada era encontrado.
Conforme Luíza, os chips eram entregues a seu marido, que os vendia
por R$ 50. A mulher vai ser apresentada na Central de Polícia, no bairro
do Geisel, de acordo com Lincoln Gomes, diretor do presídio. Ela deverá
responder por ingressar, promover, intermediar, auxiliar ou facilitar a
entrada de aparelho telefônico sem autorização em presídio e poderá
ficar presa por três meses ou até um ano.