“Ele contracenava muito bem”, destacou o delegado, afirmando que ele chorava muito ao contar o “drama” vivido, ao chegar ao carro e não encontrar mais a jovem nele.
Ainda segundo André Rabelo, Hélio passou a ser um dos suspeitos do crime diante da contradição de atitudes que o gerente tomara. De acordo com o primeiro depoimento de Hélio, o fato teria ocorrido às 11h da manhã, porém sua denúncia a polícia só aconteceu às 14h.
“Antes de ir a polícia ele foi ao hospital verificar a pressão. Lá, diante de seu estado de saúde, um dos funcionários questionou a razão de tudo aquilo, e, só ai, ele relatou os fatos. Não foi espontâneo”, contou André Rabelo, afirmando que passou a questionar por que sua primeira atitude, logo depois de perceber o sumiço de Angélica não foi procurar a família ou a polícia.
Por Jean Ganso, Com MaisPB